Experiências didáticas

O desenvolvimento de estratégias pedagógicas mais inclusivas e equitativas tem se mostrado potente para engajar crianças, adolescentes e jovens em atividades que ressignifiquem suas trajetórias escolares. Pensando nisso, o UNICEF, em parceria com diversas organizações, construiu uma série de atividades didáticas que podem ser adaptadas para contemplar os diferentes grupos educacionais do país e ajudar estudantes e professores a romperem o fracasso escolar.

As Experiências Didáticas estão no bojo dessas ações e se apresentam como um percurso que busca romper a organização linear dos conteúdos escolares e considera a integração de diferentes componentes curriculares para que os atores envolvidos possam contemplar as especificidades de seus territórios e a diversidade de suas comunidades.

As Experiências Didáticas têm uma intencionalidade específica que se articula aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e à Base Nacional Comum Curricular (BNCC), porém podem ser adaptadas conforme necessidade. Desta forma, elas são contextualizáveis e funcionam como itinerários que guardam possibilidades de inspiração para colocar em movimento o trabalho educacional de cada grupo escolar, respeitando suas individualidades e dando diferentes oportunidades às crianças, adolescentes e jovens, de aprender e construir novos caminhos em seus estudos.

Abaixo, disponibilizamos a matriz que contém as orientações para a elaboração das Experiências Didáticas.

Matriz das experiências didáticas

O infográfico abaixo apresenta as premissas e os eixos que devem ser considerados na construção de uma Experiência Didática. O principal objetivo é construir percursos de aprendizagens que colaborem para o enfrentamento da cultura de fracasso na medida em que propõe atividades adaptáveis – que tenham uma intencionalidade pedagógica; considerem o contexto dos(as) estudantes; seus territórios; uma escuta ativa; a mobilização das(os) estudantes; a construção coletiva – e que sejam inclusivas.

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